11 de fevereiro de 2026

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Vacinar para prevenir: Canela inicia vacinação contra a dengue mesmo sem casos registrados

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Vacinar para prevenir: Canela inicia vacinação contra a dengue mesmo sem casos registrados

Canela inicia nesta terça-feira, dia 10, a vacinação contra a dengue, reforçando as ações de prevenção mesmo sem registro de casos da doença no município neste ano. A vacina estará disponível em todas as salas de vacinação das Unidades Básicas de Saúde (UBS) Central, Canelinha, São Luiz, Leodoro de Azevedo e Santa Marta.

Seguindo orientação do Ministério da Saúde, o público-alvo da campanha são adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária que apresenta maior taxa de hospitalizações e risco de complicações causadas pela dengue. A imunização é realizada em duas doses, com intervalo de três meses entre elas.

As salas de vacina funcionam de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h e das 13h às 16h. Para receber a dose, os adolescentes devem estar acompanhados por um responsável e apresentar documento de identidade e a Carteira de Vacinação.

Município segue sem casos de dengue

Apesar de Canela não registrar casos de dengue em 2026 e não possuir focos do mosquito Aedes aegypti no momento, a Secretaria Municipal de Saúde aderiu à campanha nacional e iniciou a vacinação após o recebimento da remessa do imunizante no início desta semana.

Conforme dados do sistema da Secretaria Estadual da Saúde, em 2025 o município registrou três casos da doença, sendo um contraído em Canela e dois relacionados a infecções durante viagens para outras localidades.

Monitoramento e prevenção continuam

Além da vacinação, o trabalho de prevenção segue sendo realizado pela Vigilância Ambiental, que mantém monitoramento constante em residências e áreas urbanas. A equipe realiza a coleta de amostras sempre que identifica possíveis criadouros do mosquito, como recipientes com água parada.

Canela não registra focos do Aedes aegypti desde abril de 2024. Como reforço às ações preventivas, o município está implementando uma nova metodologia de monitoramento por meio de armadilhas conhecidas como ovitrampas.

“Estamos ampliando o controle com novas estratégias, mas a colaboração da população continua sendo fundamental”, destaca o coordenador da Vigilância Ambiental, Fábio Moura da Costa. Ele orienta os moradores a evitarem o acúmulo de água em pneus, calhas, piscinas sem tratamento e outros recipientes.

Texto e foto: Adriana Rabassa / Prefeitura de Pelotas

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